quarta-feira, 20 de julho de 2011

FGEI REUNE MAIS DE 70 MUNICIPIOS EM SUA PLENÁRIA MENSAL

Na última segunda-feira, dia 18/07/11, o FGEI realizou sua Plenária mensal, incluindo no turno da tarde uma mesa específica para discussão do PROINFÂNCIA. Para esta mesa de debate, contamos com a presença do MEC/COEDI e FNDE, além de representantes de entidades gaúchas ligadas à causa do direito das crianças à Educação Infantil.
O objetivo principal do encontro foi discutir no âmbito estadual o controle social sobre esta política federal voltada à ampliação do atendimento às crianças de 0 a 6 anos, envolvendo atores como os movimentos sociais, a UNDIME, a UNCME, O TCE/RS, o MPE, o CEDICA, a SEDUC, o CEED e a Comissão de Educação da AL/RS.
Os presentes destacaram  a importância da iniciativa do FGEI e avaliaram ser este um primeiro passo para um diálogo intersetorial que venha fortalecer essa política de expansão da oferta de EI, dentro das condições de qualidade referenciadas pela Res. 05/09 do CNE - DCNs para a Educação Infantil.
Do debate, destacaram-se as seguintes colocações: estas novas unidades, construídas com verbas públicas destinadas ao PROINFÂNCIA, devem manter-se públicas e gratuitas, garantindo a oferta de atendimento em tempo integral para toda a faixa etária, considerada a demanda social das famílias. E também foi reforçado, que mesmo que a Educação Infantil seja de responsabilidade prioritária dos municípios, o governo estadual precisa assumir sua parcela de responsabilidade apontada constitucionalmente com a colaboração técnica e financeira aos municípios, conforme cada realidade. 



domingo, 10 de julho de 2011

IX SEMINÁRIO EDUCAÇÃO INFANTIL EM DEBATE: CURRÍCULO, LINGUAGENS E INFÂNCIAS

Estão abertas as incriçoes para trabalhos no IX Seminário Educação Infantil em Debate: Currículo, Linguagens e Infâncias. O evento está sendo promovido pelo NEPE - Núcleo de Estudo e Pesquisa em Educação da Infância do Instituto de Educação.  Este ano o evento sediará o VII Encontro Estadual do Fórum Gaúcho de Educação Infantil, além de trazerem sua programação conferências, palestras, minicursos, apresentações de trabalho, exposições e seção de cinema. O período para inscrições de trabalhos irá até o dia 15 de julho de 2011. Mais informações, como eixos temáticos para as apresentações e valores das inscrições, podem ser encontradas pelo site do evento: http://www.educacaoinfantilemdebate.furg.br/



CONSELHO AUTORIZA CRECHE A FECHAR NAS FÉRIAS


O CNE (Conselho Nacional de Educação) aprovou ontem, por unanimidade, um parecer considerando que creches e pré-escolas não devem funcionar no período de recesso ou de férias. A consulta foi feita pela Secretaria Municipal de Educação de São Paulo.

O parecer do CNE deverá ser homologado em breve pelo Ministério da Educação e, depois, publicado no “Diário Oficial da União”, servindo de norma para todo o país.

No ano passado, as defensorias públicas em São Paulo e Jundiaí (58 km da capital) conseguiram na Justiça uma decisão proibindo o fechamento de berçários, creches e pré-escolas nas férias.
A ação foi protocolada após pais de crianças alegarem que, durante o recesso, não tinham onde deixar os filhos pequenos para ir ao trabalho. Há dois meses, a defensoria de Santos (litoral de São Paulo) conseguiu o mesmo benefício.

Para tomar a decisão, o CNE alegou que creches e pré-escolas precisam de recesso para organizar currículos e planejar as atividades educacionais das crianças.


As escolas não podem levar todo o peso do mundo. Creches e pré-escolas são instituições educacionais, e não de assistência social”, disse o conselheiro Cesar Callegari, que foi relator do processo.

Para ele, o período de férias escolares também é fundamental para estimular a convivência familiar da criança. “Nem todas as necessidades das crianças podem e devem ser atendidas pelas instituições educacionais. Não convém sobrecarregá-las”, afirmou.

Segundo a Undime (União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação), se as creches funcionassem durante todo o ano, sem interrupção, seria necessário mais professores e aumentar em 33% os investimentos.







COMITÊ DIRETIVO DO MIEIB PARTICIPOU DE REUNIÃO DO CNE










No dia 07 de julho, os membros do Comitê Diretivo do MIEIB participaram da reunião do CNE sobre o Parecer que trata do funcionamento de creches e pré-escolas sem interrupção, ao longo do ano.

O Conselheiro César Callegari, relator designado, sugeriu um Parecer contrário ao funcionamento ininterrupto, o qual foi ratificado por todas as organizações presentes (sindicatos, secretarias municipais e estaduais de educação, movimentos sociais, ministérios, etc.).

O MIEIB na sua intervenção fez considerações e propostas para qualificação do texto do Parecer, as quais foram acatadas e incorporadas pelo relator designado, Conselheiro César Callegari.

Em breve será divulgada a ata da reunião.

Fonte: Secretaria Executiva do MIEIB.
Foto: Conselheiro César Callegari, Luzinete (RJ), Mariete (MS), Marlene (BA), Estela Maris (MEC/COEDI), Maria Luiza (RS) e Rosilene (PA).

segunda-feira, 13 de junho de 2011

‘‘Além de expansão, PNE deveria prever qualidade’’, diz Campanha Nacional

Autor: Portal Aprendiz | Data: 10 de junho de 2011
As metas e diretrizes do novo Plano Nacional de Educação (PNE), apresentado pelo Poder Executivo em dezembro de 2010, preveem expansão do ensino, mas sem garantir qualidade. A conclusão é do coordenador-geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara. A instituição propôs 101 emendas ao texto final do PL 8035/2010.
O Plano, que tramita na Câmara dos Deputados, recebeu 2.915 sugestões de emendas da sociedade civil, até a última quarta-feira (8/6). O número representa um recorde de participação. Até então, o projeto da Constituição Federal de 1988 foi o que recebeu mais propostas, alcançando 1,5 mil.
Instituições ligadas à educação comemoraram. Com previsão de vinte metas a serem cumpridas para os próximos dez anos, o projeto do PNE foi debatido por diversas entidades, movimentos sociais e organizações.
Das emendas propostas pela Campanha Nacional, aproximadamente 20% estão relacionadas ao financiamento do ensino. “Nas propostas, trabalhamos na lógica de reorganizar o sistema de financiamento. Porque existe algo claro: se a União não melhorar os patamares de investimento e não distribuir recursos para estados menos desfavorecidos, o Brasil vai continuar reproduzindo desigualdades”, disse Cara.
O PNE prevê 7% do Produto Interno Bruto (PIB) para a educação, enquanto movimentos sociais e entidades ligadas à educação pedem 10%. Segundo estudo do professor da Universidade Federal de Goiás (UFG), Nelson Cardoso do Amaral, se os 7% forem mantidos, o Brasil só chegará ao custo anual por aluno para uma educação de qualidade em 2060. Com 10% do PIB, a meta seria atingida em 2030.
“Teremos, durante os próximos 20 anos, uma taxa de população em idade escolar alta. Isso significa que é gente pronta para trabalhar. Se não educarmos essa população com boa qualidade, o resultado vai ser desastroso”, analisa o coordenador. “No futuro, não conseguiremos pagar os sistemas previdenciários, porque o Brasil vai ser uma população que só exporta produtos agrícolas, por não ter desenvolvido sua capacidade produtiva.”
O Congresso Nacional instituiu uma Comissão Especial dedicada a analisar o Plano, em 13 de abril. Até agora, ela realizou quatro audiências públicas na Câmara. Além disso, deputados federais pretendem estabelecer parcerias com deputados estaduais e organizar audiências públicas nos estados.
O relator do Plano, deputado Angelo Vanhoni (PT/ PR), já afirmou que a primeira versão do relatório será entregue até o início de setembro. Mas com o número alto de emendas, ainda não é possível determinar quando o relatório estará pronto para ser votado.
A análise dos deputados da Comissão é terminativa. Depois de votado, nesta esfera, o texto deverá seguir diretamente para o Senado Federal.

EMENDAS PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

O MIEIB integra o Comitê diretivo da Campanha Nacional pelo Direito à
Educação e apoia as emendas encaminhadas abaixo.

Emendas do movimento “PNE pra Valer!” ao PL 8035/2010, novo Plano Nacional
de Educação.
*Visualizar documento:*
http://pnepravaler.org.br/wp-content/uploads/2011/06/Emendas_PNEpraValer_31maio2011.pdf

Instituições ligadas à educação comemoram número recorde de emendas ao PNE

Autor: Undime | Data: 10 de junho de 2011
A afirmação é do coordenador-geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara. Segundo ele, já era tido como certo que o texto original, elaborado pelo Governo Federal, sofreria alterações na Câmara dos Deputados e no Senado. O próprio Ministro da Educação, Fernando Haddad, já afirmou esperar que o projeto aprovado seja melhor que o enviado. E é nesta linha que, neste primeiro momento, os deputados da Comissão Especial do PNE estão trabalhando.
Foi ouvindo a sociedade que os parlamentares elaboraram ou assinaram emendas criadas por instituições ligadas à educação, como é o caso da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime). “As 2.915 emendas refletem o desejo de quem quer ver uma educação de qualidade, e para todos, no país”, afirmou a presidenta da Undime, Cleuza Repulho.
A realização de audiências públicas na Câmara e nos estados tem se mostrado uma ferramenta fundamental no aprimoramento da futura lei. Esta é a opinião da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE). Segundo o Secretário para Assuntos Educacionais da CNTE, professor Heleno Araújo, é nas audiências que a sociedade apresenta as ideias em relação ao Plano. E diz que, agora, é hora de as instituições afinarem o que foi apresentado, já que muitas emendas são semelhantes. “Vamos fazer uma reunião com o presidente da Comissão, Gastão Vieira e com o relator, Angelo Vanhoni para um entendimento. Esse número elevado de emendas é uma vitória da democracia”, concluiu.
Quando o relatório chegar aos senadores, eles terão a certeza do engajamento e da preocupação que a sociedade demonstra com a educação brasileira. Para a Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (Anped), todos têm de comemorar o fato de tantas emendas terem sido apresentadas à Comissão Especial. “Isso representa um avanço muito importante. O Congresso tem de estar atento e discutir com a sociedade. Quer dizer que ela tem voz. É importante e fundamental para a nação”, afirmou a presidenta da Anped, Dalila Oliveira.

sábado, 14 de maio de 2011

INSCRIÇÃO CICLO DE ESTUDOS

13/05  -  Ciclo de Estudos do Fórum Gaúcho de Educação Infantil 


Clique na imagem para ampliar
Estão abertas as inscrições para o Ciclo de Estudos do Fórum Gaúcho de Educação Infantil – 2011 “Dialogando com as Diretrizes Curriculares: diversidade de experiências nas práticas cotidianas da Educação Infantil”. A atividade é uma iniciativa da Uergs e do Fórum Gaúcho de Educação Infantil.
Os encontros acontecerão de março a novembro de 2011, sempre às segundas-feiras, das 8h30min às 12h30min, na sala 101 da Faculdade de Educação (Faced) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, que é parceira do evento.
O Ciclo é voltado para educadores, acadêmicos e estudantes de cursos de licenciaturas e formação de docentes, gestores e demais interessados na temática da Educação Infantil. Serão oferecidas 300 vagas, e os interessados deverão se inscrever na Pró-Reitoria de Extensão da Uergs, situada na Reitoria da Universidade ou na Faced/UFRGS, até o dia 31 de maio.
 A proposta é integração com a comunidade cientifica e em geral sobre a Educação infantil, pública, laica e gratuita.


>> Neste link, a ficha de inscrição.



segunda-feira, 2 de maio de 2011

CICLO DE ESTUDOS DO FGEI 2011


  Temática: 
Dialogando com as Diretrizes Curriculares: diversidade de experiências nas práticas cotidianas da Educação Infantil”



Local: Sala 101 da FACED/UFRGS – Porto Alegre/RS

Horário: 8h30 – 12h30 minutos

PROGRAMAÇÃO DO CICLO 2011


DATAS
TEMAS
14 de março
Proposição do Ciclo 2011: temáticas e dinâmica.
18 de abril
O Currículo na Educação Infantil: história, especificidades e desafios
16 de maio
As Linguagens como eixo articulador do Currículo na Educação infantil.
 Maria Carmen Barbosa (UFRGS) e Sandra Richter (UNISC)
20 de junho
Os bebês no currículo: desafios e privilégios nas ações cotidianas.

Raquel Freitas, Carolina Gobatto, Rosele Guimaraes e Paulo Fochi.
18 de julho
Saúde e Bem-estar na Educação infantil.

Dr. Rosane Rohden (Prefeitura Municipal de São Leopoldo)
15 de agosto
A criança, a Natureza e suas interações no currículo da Educação infantil.
Ana do Carmo Gonçalves e Eliane Meirelles Leite (FURG- MEA)
05 de setembro
Conhecimentos, linguagens e articulações entre a Educação infantil e o Ensino Fundamental.
Professora Débora Leão – UFSM
17 de outubro

A brincadeira e as práticas cotidianas na Educação infantil
Marita Redin- UNISINOS
21 de novembro
A Cultura Visual na construção das Infâncias
Roseane Coelho (UFSM


As inscrições poderão ser feitas no local.

Nota Pública Contra o PL 75/2011 que estimula a criação de creches domiciliares




Nota Pública
Contra o PL 75/2011 que estimula a criação de creches domiciliares

Brasil, 24 de abril de 2011

Como é de conhecimento público, tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei - PL 75/2011 que visa estimular a criação de creches domiciliares e diante deste fato, o Movimento Interfóruns de Educação Infantil do Brasil - MIEIB, posiciona-se CONTRÁRIO ao referido PL pelas seguintes razões:

1.      O Projeto de Lei relativo às “creches domiciliares” caminha na direção oposta às conquistas da sociedade brasileira havidas nas últimas décadas relativas à educação das suas crianças, notadamente no caso da criança bem pequena, de 0 a 3 anos.
2.      Este PL se contrapõe ao inciso IV, do Art. 208 da Constituição Federal de 1988 – CF/88, que explicita ser a educação um dever do Estado e que, no caso da educação infantil, essa obrigatoriedade será efetivada “em creche e pré-escola, às crianças até 5 (cinco) anos de idade”; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 53, de 2006).
3.      Estudos e pesquisas nacionais e internacionais têm mostrado a relevância das vivências e experiências educacionais das crianças em seus primeiros anos de vida, fase em que se formam, com mais intensidade, as conexões cerebrais e as bases gerais do ser humano em todas as suas dimensões. O que ocorre (ou deixa de ocorrer) nos primeiros anos de vida, tende a influenciar trajetórias de vida e suas possibilidades, sendo, por isso, relevante para as etapas posteriores do desenvolvimento, incluindo o período da escolarização.
4.      A Resolução 05/2009, que estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil determina que os estabelecimentos de educação infantil são os espaços indicados para a oferta de educação e cuidado das crianças de 0 até 6 anos, devendo atender às condições expressas naquela normativa, criando contextos e oportunidades adequados para o desenvolvimento e a aprendizagem das crianças a partir da oferta de atividades diversificadas – individual e coletivamente, entre pares e com os adultos, garantindo um “desenvolvimento sadio e harmonioso, em condições dignas de existência”.
5.      As crianças devem ser educadas e cuidadas em instituições educativas, devidamente autorizadas e supervisionadas por Conselhos de Educação. Tais ambientes devem ser planejados e organizados, em suas áreas internas e externas de forma a atender às necessidades e potencialidades das crianças pequenas. A criança, centro do planejamento curricular, deve ter respeitado o seu direito à liberdade, com disponibilidade de espaços para “brincar, correr, praticar esportes e divertir-se”. Em uma creche pública de qualidade, credenciada, autorizada e supervisionada pelos órgãos competentes, a criança terá garantindo o seu “direito à educação, visando ao pleno desenvolvimento de sua pessoa humana”. E, seus pais e familiares, por sua vez, terão direito à “ciência do processo pedagógico, e a participação da definição das propostas educacionais, conforme LDBEN 9394/96
6.      Os profissionais para atuação direta junto aos grupos de crianças de 0 até 6 anos são os/as professores/as que apresentem a formação exigida de acordo com a LDBEN 9394/96.
7.      O disposto na CF/88 e a determinação da LDBEN nº. 9394/96 garantem o direito à educação infantil como primeira etapa da educação básica, preservando a unidade pedagógica entre creche e pré-escola. Definida a obrigatoriedade da pré-escola através da Emenda Constitucional 59/09, trata-se, agora, da exigência pela sociedade do direito à educação para as crianças de 0 a 3 anos, através da ampliação da rede pública de creches. É, assim, responsabilidade do poder público, dos legisladores e da sociedade a garantia de que se estabeleça como meta prioritária no novo Plano Nacional de Educação, em discussão no Congresso Nacional, a ampliação do acesso a estabelecimentos públicos de educação infantil para as crianças de 0 a 3 anos, atendendo à demanda manifesta.
8.      Para a mãe trabalhadora, a creche domiciliar pode parecer uma solução emergencial ao seu problema de “aonde deixar o filho enquanto trabalha”, contudo, isso não passa de uma falsa solução, que pode vir seguida de outros problemas.  A garantia de ampliação de vagas para acesso a uma educação infantil de qualidade em instituições públicas de ensino – creches e pré-escolas, devidamente regularizadas, é a melhor solução para a garantia da efetivação dos direitos das as crianças e  de suas famílias.
9.      Creches domiciliares são, em si, arranjos limitados, que estão longe de oferecer à criança, “todas as oportunidades e facilidades, a fim de lhes facultar o desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social, em condições de liberdade e de dignidade”.  São diversos os casos de acidentes domésticos, abusos e violações de direitos das crianças que frequentam creches domiciliares divulgados pela mídia, além daqueles que não vêm a público. Em residências sem condições saudáveis e seguras, as crianças convivem com jovens e adultos daquela família que não são profissionais, fato que fere a legislação vigente e as deixa vulneráveis a diversos riscos a sua integridade física, mental e emocional.
10.    A importância do investimento em educação de qualidade é consenso universal, sendo inquestionáveis os benefícios de uma educação infantil adequada, especialmente no caso das crianças de famílias de baixa renda ou de grupos minoritários, visto que as alternativas de convivência em um ambiente seguro, saudável, desafiador e estimulante que favoreça o seu desenvolvimento e aprendizagem são mais restritas. Assim, as políticas de ampliação do direito à creche precisam considerar estes grupos e contextos, garantindo equidade na expansão do atendimento.


Assinam essa Nota Pública os 26 Fóruns Estaduais de Educação Infantil e o Fórum de Educação Infantil do Distrito Federal que formam o MIEIB – Movimento Interfóruns de Educação Infantil do Brasil.

1.      Fórum Amapaense de Educação Infantil.
2.      Fórum Amazonense de Educação Infantil.
3.      Fórum de Educação Infantil do Acre.
4.      Fórum de Educação Infantil de Rondônia
5.      Fórum de Educação Infantil de Roraima.
6.      Fórum de Educação Infantil de Tocantins.
7.      Fórum de Educação Infantil do Pará.
8.      Fórum de Educação Infantil do Maranhão.
9.      Fórum de Educação Infantil do Piauí.
10.   Fórum Baiano de Educação Infantil.
11.   Fórum de Educação Infantil do Ceará.
12.   Fórum de Educação Infantil do Rio Grande do Norte.
13.   Fórum de Educação Infantil da Paraíba.
14.   Fórum de Educação Infantil de Pernambuco.
15.   Fórum Alagoano de Educação Infantil.
16.   Fórum de Educação Infantil de Sergipe.
17.   Fórum de Educação Infantil do Mato Grosso do Sul.
18.   Fórum Matogrossense de Educação Infantil.
19.   Fórum Goiano de Educação Infantil.
20.   Fórum de Educação Infantil do Distrito Federal.
21.   Fórum Permanente de Educação Infantil do Espírito Santo.
22.   Fórum de Educação Infantil do Estado do Rio de Janeiro.
23.   Fórum Paulista de Educação Infantil.
24.   Fórum Mineiro de Educação Infantil.
25.   Fórum de Educação Infantil do Paraná.
26.   Fórum Catarinense de Educação Infantil.
27.   Fórum Gaúcho de Educação Infantil.


Ratificam esta Nota Pública:

1.     Campanha Nacional pelo Direito à Educação.
2.     Congregação do Instituto de Ciências da Educação da Universidade Federal do Pará.
3.     Avante – Educação Mobilização Social.
4.     Instituto Criança é Vida.
5.     Instituto Brasil Leitor.
6.     Rede de Cooperação Criança e Paz.
7.     Luz e Lápis.
8.     Solidariedade França-Brasil.
9.      Associação Brasileira de Brinquedotecas.